terça-feira, 26 de março de 2013

Frustração


Se tem uma coisa em que sou muito frustrada comigo mesma é o fato deu não ajudar ninguém, nenhuma causa social, ou ONGs. Já fui voluntária uma vez ha uns dois anos em uma casa para idosos da minha cidade junto com minha escola, a Casa dos Pobres. Lá vivem muito velhinhos muitas vezes esquecidos pelos seus filhos e desamparados pela família. Não há nada mais triste que ouvir de um velhinho com os olhos cheios: "meu filho nunca veio me ver". Nós passamos a semana de páscoa lá, vestidas de coelhinhas, levamos bolos e doces e passamos a tarde conversando com eles. Porém alem disso, eu nunca fui voluntária em mais nada. 

Eu queria poder ser útil, me sinto tão decepcionada quando vejo um cãozinho magro e ferido na rua e não ajudo, porque meu cachorro é muito agressivo com outros cachorros e minha mãe não permitiria nem em pensamento eu trazer algum cachorrinho pra casa. Me sinto triste em vê um filhotinho de gato, tão pequeno e vulnerável sozinho na rua, onde tem tanta gente descuidada e malvada, e não ajudar. Vejo meninos com semblante triste, ou esfomeado, e me sinto péssima por ninguém se comover, muito pelo contrário, as pessoas evitam com medo de serem maloqueiros. 

A sociedade de torna cada vez mais egoísta.  Igrejas que pregam a palavra de Deus, mas os fiéis só se importam neles mesmos em ir pro céu, ajudar a si mesmo a ter vida eterna no paraíso, e mais nada. Escolas que ensinam crianças a sempre desconfiar, a sempre se afastar. A realidade hoje pede cautela sim, porque tem muita gente ruim, mas e a essência? ajuda-e o próximo, ama-e ao próximo?

Eu tenho como objetivo me estabelecer economicamente, não sonho em ser rica, acho alto demais (risos), porém ser bem sucedida e então poder dedicar tempo e dinheiro para causas sociais, ajudar de verdade, não só pensando em ir pro céu mas sim em deixar esse mundo com a certeza que pelo menos algo útil eu fiz a outras pessoas, que eu não só vivi por mim e por minhas necessidades, que eu pude sentir a sensação de ajudar alguém a ser um pouco mais feliz.

domingo, 24 de março de 2013

60's


Ah os anos 60, época dos incríveis Beatles, da maravilhosa Marilyn Monroe, da inspiradora Audrey Hepburn, do contagiante Elvis Presley, do envolvente movimento Hippie, dos corpos naturais, dos penteados altos e olhos destacados, da calça boca de sino, das combes coloridas e floridas, da revolução, da música, da arte, da dança, do pop, entre outras mil coisas. Como eu amo essa década. Queria dela ter experimentado, sentido o gosto da liberdade de pensamento em meio a opressão de expressão.

Tudo dos anos 60 me fascina, o quanto a beleza era simples e natural de todas as coisas naquela época. Como não amar aquelas roupas brilhantes dos anos 60? e como não amar aquelas poesias inteligentes que tinha nas musicas dos anos 60? e aquelas cores vibrantes da arte pop? e como não amar e se apaixonar por aqueles rostos que estampavam as revistas e a TV? 

A expressão visual e poética que o movimento, e a década passava e passa é lindo, é maravilhoso. Sou tão fascinada que Lana Del Rey é uma das minhas cantoras favoritas só pelo conceito anos 60 que ela adotou. Eu não sei se estarei viva pra ver de perto uma nova revolução, mas revolução mesmo, uma mudança definitiva de comportamento e perspectiva. Eu não sei se eu estarei viva quando mundo perceber que o belo é o natural e que o legal é o instruído. E pra ver as pessoas deixando suas zonas de conforto pra lutar pelas próximas gerações. Eu não sei se eu vou um dia poder viver o idealismo dos anos 60, mas eu espero.

sábado, 23 de março de 2013

Vulgar é o seu preconceito!


Há pouco tempo tive uma discussão com uma pessoa sobre a nova lei da Coreia do Sul. Essa pessoa disse que concordava com a lei, e que achava que a promiscuidade levaria um país inteiro pro buraco. E mais, que era a favor da moral e dos bons costumes. Bem, não há nada mais hipócrita que o tal do moralismo, ninguém é isento de pecados e defeitos, e achar que pode mesmo assim traçar um modelo perfeito a se seguir pelos outros é ridículo. 

Roupas curtas não refletem promiscuidade, a promiscuidade é quando uma pessoa fica com várias outras sem nenhum compromisso, e como isso pode ser refletido numa peça de roupa? não pode e não é. Cada um tem seu estilo, se veste da forma que deseja, e isso não significa que esteja disponível pra ninguém. Muitas garotas se arrumam apenas para elas mesmas.

E se a garota usa shorts curtos porque quer mesmo chamar atenção? e dai? é a vida dela, é o corpo dela, se ela gosta de chamar a atenção é porque ela é feliz assim, e nenhuma lei, nem nenhum conceito pode tirar a felicidade de alguém e achar que está certo. Só que querer chamar a atenção e ser assediada são coisas totalmente diferentes, falo com quase toda a certeza que nenhuma garota se sente confortável com atitudes grotescas de homens que acham que tamanho de short indica disponibilidade. 

Acontece que a merda do moralismo sempre cai pro lado da mulher. Ela que tem que se vestir de forma adequada, e não o homem que tem que aprender a respeitas todas, sem exceção, independente de qualquer circunstancia.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Interiores

Uma das coisas que mais amo em Arquitetura é o Designe de Interiores, "mas espera, arquitetura é um curso, designe de interiores é outro." é, realmente, a arquitetura é o planejamento da estrutura da casa, por fora e por dentro, porém, faz parte também da Arquitetura, planejar o Lay Out de cada cômodo. E eu, particularmente, adoro isso.

Eu tenho estilos favoritos de cada cômodo, e da casa em si. Eu preso a suavidade, e o conforto, isto é: quanto mais amplo for, e mais espaços tiver, melhor. Não curto, nem esteticamente, cômodos "entulhados", muita mobília, muita decoração, muita cor, isso cansa os olhos e é desconfortável, e uma casa tem sempre que ser confortável, mesmo que seja moderna. Porém, eu também gosto do contraste de cores, uma cor que se destaca entre outras mais suaves, acho bem adequado para cômodos como as salas:

 

O amarelo ficou em contraste com cores suaves como o branco e o cinza, o que deu um visual bonito e bem moderno pra sala de estar, sem cansar os olhos, como geralmente faz os designe que abusam de cores fortes. O estilo também se aplica muito bem às sala de jantares e/ou cozinhas:


Outro tópico de designes é a escada, para alguns as escadas são apenas um detalhe da casa, o que te leva para o primeiro andar, mas eu discordo, uma casa que tem uma escada bem arquitetada nem precisa se preocupar muito com objetos de decoração, porque ela se torna o mais interessante. Para espaços pequenos, as escadas espirais são mais adequadas, ou a simples, ou a mais elaborada, que consequentemente chama mais atenção: 




Para casas maiores, as mais tradicionais. Ocupam mais espaço mas podem ser mais elegantes. Eu não gosto das escadas retas, acho sem graça e uma ocupação desnecessária de espaço, gosto dos modelos inclinados como esses: 




Os quartos, para mim, tem que aproveitar o máximo de espaço possível, sem tumultuar o cômodo, principalmente os quartos infantis, que geralmente tem mais objetos. Por isso, é uma boa ideia, planejar o quarto, e fazer camas e cômodas juntas, assim não pesa muito na ocupação de espaço e fica tudo muito funcional, sem falar que é muito bonito, e num quarto infantil, pode-se abusar das cores.




Essa ideia em um quarto mais adulto, que possui menos objetos, faz com que esse cômodo ocupe um espaço mínimo na casa. Podendo abrigar mais de uma pessoa num apartamento pequeno. É bem útil:



Os banheiros. Muita gente entope o banheiro de armários, caixas, gavetas, etc, para poder guardar produtos pessoais. Eu sinceramente acho que não é nada bom, primeiro que fica tumultuado, e se tem um cômodo de precisa de espaço, é o banheiro, e segundo, por mais que você tente, nunca fica organizado. O banheiro não precisa ser grande, o banheiro tem que ser pequeno mesmo, mas ele tem que ter espaço, questão até de segurança. Então, eu optaria um banheiro só com o essencial (espelho, vaso sanitário, pia, balcão, cestos e chuveiro, ou banheira), e todas as outras coisas guardadas em um outro cômodo, só pra isso. Ou seja, assim:


Eu ainda sou muita nova, moro na casa da minha mãe, mas quando eu for morar sozinha, vou planejar meu apartamento assim, que provavelmente será pequeno, então fica mais bonito e funcional optar por esses designes que eu citei.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Meu Senso de Humor




Eu sempre fui uma pessoa quase que livre de preconceitos, até hoje, não achei em mim nenhuma fobia social, ou algo assim. Porém, justamente por não ter preconceitos, sempre levei muitas coisas na brincadeira, coisas que muita gente julga preconceituosas, por tratar de assuntos, que as mesmas julgam delicados. Como por exemplo, piada com negro ou gay. Nossa, as pessoas se ofendem de um jeito que nem parece que quando chegam em casa educam o filho pra se for gay, ser o mais enrustido possível, porque é do demônio a homossexualidade, ou tem medo só de ver um negro mal vestido se aproximando numa rua escura. 

É bem interessante como o pseudo moralismo ta presente em todo canto do mundo. Gente que grita "RACISMO" em uma brincadeira, porém tem em mente, ou em coração, dogmas preconceituosos muito pior que qualquer piadinha besta. Eu riu com qualquer piada, com tanto que não machuque, e não humilhe. Pra mim, a piada foi feita pra todos compartilharem o riso, a diversão, e não pra uns rirem sobre outros. Isso é maldade.

Não sou moralista, pra mim o moralismo é uma bosta. Mulher ter que ser santa, nunca falar palavrões, pentear o cabelo, perder a virgindade com o marido, criar bem os filhos, e sempre andar de acordo com a idade, tudo isso é uma bosta. As pessoas tem que ser, primeiro, felizes, depois, respeitadoras. Sim, o moralismo é uma merda, porém o respeito não é opcional, é necessário respeitar pra se ter respeito, e isso não é não falar palavrões, tem nada a ver, respeito é tolerar as escolhas dos outros, porque aliás, nada que não for da sua vida é da sua conta. E é ter ética,  tratar o próximo da mesma forma que gostaria de ser tratado.

Me perdi, mas concluo: esse é o meu senso de humor, é a piada bem pensada, inteligente, divertida, ou até sem noção, mas que fazem todos rirem. E quando eu falo de todos, é todos aqueles que se amam do jeito que nasceram, e não aqueles que tem um auto preconceito e insiste em colocar a culpa desse na sociedade. O negro que acha que aquele cara engraçado é preconceituoso e tem que ser preso, só por causa de uma piadinha besta: esse tem preconceito de si mesmo, acha que sua cor o faz diferente, ou especial, acha que as pessoas precisam de cautela quando se referem à ele, porque ele é negro. Cara eu sou branca, grande bosta. Se diferenciar porque é negro, é gay, é baixo, é alto, é magro, é gordo, tudo isso é auto preconceito, aprenda a se amar, e isso some, vai por mim.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Faculdade



Faço 18 anos em Maio desse ano, já estou ficando velha, e as responsabilidades aparecendo. Terminei o segundo grau - nossa, ninguém mais fala isso - ano passado, porém não passei no Enem, o que me fez ficar esse ano inteiro totalmente desocupada. Pode parecer legal, mas depois que passa dos dois meses que você sempre tirou férias, o ócio começa a te perturbar, principalmente se você for como eu, insegura. Por mais despreocupada que seja a sua personalidade, quando chega nessa hora, você começa a ter medo da faculdade: se você vai conseguir entrar, se você vai conseguir terminar, se isso tudo é o que você quer, e se há realmente algo que você queira. 

O mais seguro, e infelizmente, o mais chato, é você se dedicar aos estudos. Não tem essa de "faça isso, e o estudo será menos cansativo", o estudo é cansativo sim, chega uma hora que dá vontade de você virar hippie e morar numa montanha. Porém, não é porque não é fácil que se deva desistir, eu sigo a filosofia da minha mãe: "se algo que você tem que fazer é desagradável, se dedique para que possa terminar mais cedo, e se livrar logo disso", pois é, estudar é chato, então é melhor eu dá tudo de mim, aprender o necessário, e acabar logo com essa responsabilidade. 

Eu, ao longo da minha curta vida, já pensei em várias profissões, porém, quando atingi a idade necessária pra um raciocínio maduro e lógico eu escolhi a Arquitetura, por tais motivos: eu sempre gostei de design, e mesmo que inconscientemente, decorações, estruturas, prédios e formas sempre me atraíram; é uma profissão em que eu serei minha própria chefe e responsável apenas por mim; é relativamente uma profissão bem remunerada, que me dá a segurança e o conforto, necessário. 

Não entrei no Enem por motivos óbvios, não estudei. Confiei que a concorrência não seria muita, e o que eu aprendia na escola era o bastante, mas não, não foi, e eu tive uma pontuação bem medíocre: 567,20. Então meus jovens, se vocês ainda vão tentar Enem, estudem agora, comecem agora, vocês não irão passar apenas com a escola, ou conversando no cursinho, e perder um ano é desnecessário e bobeira. Sem falar que sua autoestima e autoconfiança ficam bem abaladas.

Obsessão: Coréia


Todo mundo tem uma obsessão, ou ao menos algo que goste muito. Pois bem, eu tenho a minha, e é: Coréia do Sul. Praticamente tudo que envolve a Coréia me encanta. Roupas, músicas, danças, etc. Mas em especial a música, mais precisamente, o K-Pop. Tenho minhas bandas, e artistas favoritos, aqueles que se eu vejo o nome escrito em qualquer lugar, preciso vê do que se trata. Um exemplo, as Soshi, ou mais conhecidas, Girls Generation. Sei todas as músicas, ouço todos os álbuns  e tento dançar todas as coreografias, uma pena que ao contrário dos outros fãs, não posso ir aos seus shows, porque a maioria desses ocorrem na Ásia, que fica do outro lado do globo. 

Mas isso não me impede de tieta-las da forma possível, coleciono fotos no meu We Heart It, músicas e clipes no PC e acompanho sites relacionados. Dentro das Girls Generation também tenho as minhas favoritas, Bias, como é chamado pelos fãs: a Hyoyeon, a Taeyeon e a Yuri. Emboras essas sejam as minhas bias, todas são carinhosamente tietadas por mim.

Meu clipe favorito, The Boys, 2011.

Além das Soshi, escuto muitas outras bandas de K-Pop: BoA, 2NE1, Sistar, Ailee, AOA, F(x), Super Junior, Hello Venus, After School, T-Ara, Lee Hi (etc). Mas outra coisa que me encanta, além da música, é a moda coreana. Na minha humilde opinião, a moda coreana é a representação mais fofa que há das roupas. 





Tem uma coisas que consegue ser ainda mais fascinante que as musicas e a moda: a dança. Me chama muito a atenção a forma como os coreanos conseguem realizar sua dança, com quase ou perfeita sincronia, fazendo qualquer musica se tornar um mero detalhe. Está muito presente nos clipes musicais, e também nos covers feitos pelos fãs, mas nenhuma dança por mais executada que seja, se torna comum. A maioria delas exige uma dedicação de profissional, não se trata de apenas música e dança, se trata de performances, verdadeiros shows, que por trás guarda muito suor e trabalho. Escolhi uns vídeos que demonstram o que estou falando:




Sem falar que tem também os clipes fofos e divertidos, que te seduzem mais pelos olhos que pelos ouvidos, embora a musica fique na sua cabeça a semana toda:




E isso tudo nem é a metade da minha obsessão, porém, paremos por aqui para não cansar. Outras coisas que me encantam é a arquitetura, a culinária, os costumes, e o visual em si que a Coréia do Sul tem pra apresentar. E uma das viagens que eu pretendo fazer, irei para Seoul, conhecer de perto o que me encanta. E quem sabe, descobrir novos encantos.

sábado, 9 de março de 2013

Futuro



Não sonho com coisas gigantescas quando se trata de futuro, não planejo descobrir a cura, descobrir um novo planeta, uma nova forma, ou nada tão marcante. Eu na real, tenho planos bem simples: como ser bem sucedida na minha profissão, poder conhecer várias culturas e lugares, tem bons filhos, e boas histórias pra contar no finzinho da vida. 

Sempre fui enlouquecida por viajar, porém nunca tive a oportunidade. Quero conhecer novos lugares, novas formas de pensar, novos costumes, modos diferentes do meu de ver e viver a vida. Planejo também a minha cerimonia de casamento, como todas as mulheres, porém, não muito tradicional: eu não penso em igreja, eu penso mais em ar livre, uma praia ou um jardim, mas penso em me casar também aos olhos de Deus. Embora eu não creia que o casamento indissolúvel tenha a ver com os mandamentos de Deus, creio que tenha sido uma política adotada pelo catolicismo por um motivo maior. Penso em crescer cada vez mais em minha profissão, evoluir meu intelecto e me transformar na melhor que eu puder ser. Não quero nome, quero reconhecimento. Não pretendo ser famosa, conhecida, pilar ou algo do tipo, mas pretendo construir uma reputação positiva a respeito do meu trabalho. Eu pretendo ser Arquiteta. Sempre me interessei por design, prédios, formas e cores. E é nisso que eu quero depositar meu interesse e dedicação. Minhas dedicação é uma coisa que costuma ser bem seletiva, e interesse bem mais ainda. Estudar nunca foi meu forte, mas sou uma pessoa relativamente inteligente, o que sempre me ajudou. 

O meu futuro não é muito vago, mas eu procuro deixar espaço pro acaso preencher, ou o destino. Acredito no destino. E acho que é crucial, é importante, você não planejar tudo, porque as coisas nem sempre estarão sobre o nosso controle, e é bom está preparada pra improvisar, caso contrário, as decepções serão bem mais afetivas do que deverão ser.

Personalidade



Alguém aqui realmente sabe qual é a sua personalidade? seus traços? seus defeitos e qualidades de có? bem, se sabe, se conhece de tal forma que eu nunca me conheci. Eu nunca soube dizer como eu era, me descrever, me fazer conhecer apenas por palavras e sempre tive um péssimo senso de auto julgamento, por sempre me achar certa, correta, justa e coerente. Embora eu sempre admitir minha prepotência, eu nunca mudei de fato. Prometia a mim mesmo que da próxima vez iria ser diferente, eu abaixaria a cabeça, acataria, e daria lugar a outras narrativas, mas eu sempre preferia a minha, ela parecia bem mais lógica do que qualquer outra. Isso é um tremendo problema, convenhamos que não há nada mais irritante do que prepotência cega. E você? já parou pra pensar como é discutir com você? se você é tão maduro(a) quanto se diz? eu duvido muito. A gente tem mania de se julgar de forma bem mais positiva do que é na realidade, a gente não gosta de apontar nossos próprios erros, porque é bem mais divertido apontar os dos outros. Em meio a tudo isso, há uma coisa que eu gosto de ser: impaciente para falso moralismo, gente apontando e julgando o outro como se fosse isento de pecado e de erros, acha que é mais digno do céu do que um gay, ou uma lésbica, acha que é mais confiável que um negro ou pobre, acha que é mais atraente que um gordo ou magro, coisas que em mim nunca couberam e faço questão de assim manter. Porem eu sou mais uma, tenho meus preconceitos sim, óbvio, como todo mundo, mas não os escondo pra criar uma imagem de boa moça, e tento não ser hipócrita, mesmo sabendo que no fim, todo mundo acabada sendo um pouco de tudo.